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 <dc:title xml:lang="pt">PRIVAÇÃO DE SONO E REPARO TECIDUAL MUSCULOESQUELÉTICO: Implicações para a Reabilitação de Lesões Ortopédicas</dc:title>
 <dc:creator>Freitas, Eder</dc:creator>
 <dc:subject xml:lang="pt">privação do sono</dc:subject>
 <dc:subject xml:lang="pt">cicatrização</dc:subject>
 <dc:subject xml:lang="pt">regeneração muscular</dc:subject>
 <dc:subject xml:lang="pt">consolidação óssea</dc:subject>
 <dc:subject xml:lang="pt">lesões ortopédicas</dc:subject>
 <dc:subject xml:lang="pt">reabilitação</dc:subject>
 <dc:description xml:lang="pt">Introdução: O reparo de lesões musculoesqueléticas depende de processos inflamatórios, anabólicos e de remodelação que são, em grande parte, regulados durante o sono. A privação de sono, frequente após lesões ortopédicas, pode comprometer esses processos e, consequentemente, a reabilitação. Objetivo: Analisar as evidências sobre os efeitos da privação de sono no reparo dos tecidos musculoesqueléticos e discutir suas implicações para a reabilitação de lesões ortopédicas. Métodos: Revisão narrativa da literatura, com busca nas bases PubMed/MEDLINE, Cochrane Library, PEDro, SciELO e LILACS, incluindo estudos experimentais em humanos e animais, estudos observacionais e revisões. Resultados: A perda de sono desloca o ambiente hormonal para um perfil catabólico, com redução da síntese proteica muscular em 18% após uma única noite sem dormir. Em humanos, a restrição do sono retardou a restauração de uma ferida cutânea experimental e reduziu os marcadores de formação óssea. Em animais, a privação de sono atrasou a regeneração muscular e a consolidação de fraturas, com aumento de citocinas pró-inflamatórias. O sono insuficiente associou-se ainda a maior risco de lesão, e a extensão do sono melhorou o desempenho de atletas. Não foram identificados estudos diretos sobre tendões, ligamentos e cartilagem. Conclusão: O sono deve ser considerado um componente do processo de reparo tecidual. A reabilitação de lesões ortopédicas pode se beneficiar da avaliação e da promoção do sono em todas as fases da cicatrização, embora sejam necessários estudos clínicos em populações lesionadas.</dc:description>
 <dc:publisher>Oxton Education</dc:publisher>
 <dc:date>2026-10-12</dc:date>
 <dc:type>info:eu-repo/semantics/article</dc:type>
 <dc:type>info:eu-repo/semantics/publishedVersion</dc:type>
 <dc:type xml:lang="en">Review article</dc:type>
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 <dc:source>Oxton Science Journal; v. 1 n. 1 (2026)</dc:source>
 <dc:source>3086-0881</dc:source>
 <dc:language>pt</dc:language>
 <dc:relation>https://oxtonsleep.com/journal/osr/article/1/</dc:relation>
 <dc:rights>info:eu-repo/semantics/restrictedAccess</dc:rights>
 <dc:rights>https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/</dc:rights>
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